O ataque hacker à rede de criptomoedas SBI, no Japão, revela vulnerabilidades institucionais.
Um suposto ciberataque norte-coreano atingiu a subsidiária de criptomoedas do grupo japonês SBI, causando um prejuízo de aproximadamente US$ 21 milhões em Bitcoin e Ethereum.
Surgem relatos de que hackers norte-coreanos estão expandindo seus métodos de malware.
O grupo de hackers norte-coreano Lazarus não está mais visando apenas desenvolvedores. Pesquisas recentes mostram que sua campanha "Entrevista Contagiosa" evoluiu para novas iscas ClickFix, direcionadas a profissionais de marketing, traders e até mesmo funcionários do varejo.
Por dentro do roubo de criptomoedas de US$ 1 milhão da Rússia: a operação da GreedyBear que explorou a confiança do navegador.
Pesquisadores de segurança cibernética expuseram o Greedy Bear, um grupo de hackers ligado à Rússia, acusado de criar uma rede de carteiras falsas de criptomoedas para atrair usuários desavisados. Disfarçadas de serviços legítimos, essas carteiras permitiam que o grupo coletasse chaves privadas e desviasse ativos digitais.
US$ 14 bilhões em Bitcoin foram roubados silenciosamente: suas criptomoedas também podem estar em risco?
Um roubo de US$ 14.5 bilhões em BTC, recentemente descoberto e ligado a um pool de mineração chinês, abalou o mundo das criptomoedas. Aqui está o que sabemos e o que isso significa para a segurança dos investidores e as práticas de custódia de criptomoedas.
Violação de dados da CoinDCX gera preocupação no setor: ameaças internas são o assassino silencioso das criptomoedas?
O elo mais fraco das criptomoedas? Pode ser a sua própria equipe. O roubo interno da CoinDCX destaca uma ameaça crescente que não pode ser combatida apenas com firewalls.
Hacker russo-americano é condenado em caso histórico de lavagem de dinheiro em Bitcoin no valor de US$ 4.5 bilhões.
Um juiz federal condenou Ilya Lichtenstein a cinco anos de prisão por seu envolvimento na lavagem de bilhões em criptomoedas roubadas, marcando um marco significativo em uma das maiores apreensões de ativos digitais da história dos EUA.
Plataforma de cassino de criptomoedas MetaWin é hackeada
Em 3 de novembro, a plataforma de cassino cripto MetaWin sofreu um ataque devastador, resultando no roubo de aproximadamente US$ 4 milhões.
Após um ataque hacker a uma carteira digital, a Fundação IOTA enfrenta turbulências.
O ano passado foi bastante positivo para a IOTA. Até o mês passado, quando o projeto de criptoativo ainda em desenvolvimento foi impactado por um ataque hacker significativo que deixou a rede instável. Será que ela conseguirá se recuperar?
Ataques de ransomware com Bitcoin estão em ascensão.
Empresas e governos em todo o mundo estão sendo alvo de ataques de ransomware. Os hackers criptografam dados e desativam sistemas de TI antes de exigir um pagamento em troca da chave de descriptografia.
O liquidatário da Cryptopia atualiza as partes interessadas.
A empresa de liquidação Grant Thornton Nova Zelândia divulgou uma atualização para os titulares de contas da Cryptopia e outros credores após o anúncio de falência da exchange hackeada em maio.
A corretora Cryptopia, que sofreu um ataque hacker, aciona os liquidadores.
Quase dois meses depois de anunciar, no final de março, que estava "100% comprometida em reabrir a exchange, maior e melhor, e em continuar negociando", a exchange Cryptopia, que sofreu um ataque hacker, decidiu, em vez disso, entrar com um processo de liquidação.
Plataformas de mineração ilegal são comuns em universidades e pequenas empresas.
Um novo relatório da CISCO revela que o tráfego malicioso relacionado à mineração de criptomoedas aumentou 19 vezes nos últimos nove meses de 2018, com grande parte da atividade concentrada em pontos críticos como campi universitários e pequenas empresas.
65% das criptomoedas roubadas acabam na Coreia do Norte.
Um novo relatório mostra que os ataques a criptomoedas continuam sendo lucrativos para a Coreia do Norte, com mais de meio bilhão de dólares roubados desde janeiro de 2017.
Por que a Ásia é o epicentro dos ataques a corretoras de criptomoedas?
Embora as corretoras na Europa e nos EUA não estejam imunes a ataques cibernéticos, a maioria dos maiores ataques a corretoras de criptomoedas ocorreu em mercados asiáticos, com a Coreia do Sul e o Japão liderando o ranking. A questão é: por quê?
Ataque chocante à corretora japonesa "licenciada" Zaif
O Japão sofreu seu segundo grande ataque hacker a uma corretora neste ano, com a popular corretora de baixas taxas Zaif anunciando hoje que foi alvo de um ataque cibernético que resultou em um prejuízo de US$ 60 milhões no dia 14 de setembro.
Um relatório afirma que o cibercrime está impulsionando a demanda por lavagem de dinheiro com criptomoedas.
Historicamente, o ritmo da inovação tecnológica muitas vezes deixou as instituições com dificuldades para se adaptarem com rapidez suficiente, e o mesmo está se comprovando agora com as criptomoedas.